Direito, Processo e Tecnologia - Ed. 2020

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Inteligência Jurídica de Dados Como Técnica de Modernização da Gestão Contenciosa Pelos Departamentos Jurídicos

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Guilherme Kaschny Bastian

Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUC/RS, e Especialista em “Tendências, Processo Civil e Constituição” e “Teoria Geral do Processo Civil” pela Academia Brasileira de Direito Processual Civil. Advogado em São Paulo.

Francisco Kaschny Bastian

Graduado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP, e Pós-Graduado em LL.M em Direito dos Contratos pelo Instituto de Ensino e Pesquisa – INSPER. Advogado em São Paulo.

1.Apresentando a problemática e introduzindo o caminho para sua solução

Não há mais espaço para amadorismo no direito corporativo, principalmente nos departamentos jurídicos de grandes empresas.

No atual estágio tecnológico, planilhas de excel, relatórios em word e a utilização de sistemas que fornecem apenas informações processuais superficiais – geralmente focados na exibição da divisão territorial de carteira de processos, do volume de casos e dos valores supostamente envolvidos em cada demanda – não atendem às necessidades e dinâmicas do mundo dos negócios, clamando cada vez mais por uma gestão jurídica eficiente.

Esses métodos “tradicionais” e “convencionais” de controle das informações relativas à carteira de processos não encontram mais espaço na atual dinâmica das grandes empresas e não se prestam para a obtenção de resultados efetivos (e esperados) da gestão jurídico-contenciosa moderna, que deve estar voltada para os resultados idealizados e pretendidos pela empresa.

Isso se dá em virtude desses métodos não permitirem com a profundidade necessária (i) o conhecimento real das origens dos problemas que afetam a atividade empresarial e que ensejam a propositura de demandas judiciais contra a empresa; (ii) a apuração do efetivo potencial de exposição de risco de perda em cada caso e sob diferentes enfoques; (iii) a definição precisa das estratégias a serem adotadas para o sucesso do negócio etc., ou seja, tais métodos “tradicionais” e “convencionais” de controle das informações relativas à carteira de processos de uma determinada empresa não permitem uma análise detalhada, em larga escala e em tempo real dos dados indispensáveis para a correta análise, compreensão e definição dos melhores rumos das atividades empresariais.

Em parte, é a utilização até hoje de tais inadequados e limitados controles por alguns departamentos jurídicos (e, por consequência, a falta de conhecimento aprofundado da carteira de processos da empresa) que acaba por prejudicar a própria imagem da área jurídica perante os demais setores da empresa, notadamente quando da necessidade de interação com departamentos multidisciplinares do negócio no processo de discussão e tomada de decisões estratégicas sobre os rumos empresariais.

E, se não há mais espaço para a utilização de controles superficiais e …

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16 de Agosto de 2022
Disponível em: https://thomsonreuters.jusbrasil.com.br/doutrina/secao/1196970019/inteligencia-juridica-de-dados-como-tecnica-de-modernizacao-da-gestao-contenciosa-pelos-departamentos-juridicos-direito-processo-e-tecnologia-ed-2020