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Agradecimentos

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Gostaria de iniciar os agradecimentos com uma deferência especial e merecida à Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. A bem da verdade, não é de hoje que o ensino público no Brasil se encontra sucateado, viabilizando-se pela iniciativa e comprometimento inabaláveis de seus corpos docente e discente.

Particularmente, e aqui revelo uma parte da minha história, a minha formação de nível superior é fundamentalmente atribuída ao ensino público, no caso, à Universidade Federal do Rio de Janeiro (graduação) e à Universidade do Estado do Rio de Janeiro (doutorado).

Mas, voltando à “querida” UERJ, não nego que ela sempre foi a minha primeira opção. À época, precisamente em 1993, quando prestei vestibular, queria muito ter conseguido uma vaga na já prestigiosa Faculdade de Direito da UERJ, porém, por obra do destino, não tive êxito. A prova, naquela ocasião, era composta por uma parte discursiva e outra de múltipla escolha. Meu desempenho nas múltiplas escolhas foi apenas ‘bom’, o que, somado ao ótimo desempenho na etapa discursiva, não representou os pontos necessários à aprovação. Acabei conquistando a minha segunda opção, a UFRJ.

Por ocasião do meu interesse em cursar o Mestrado em Direito Civil, não tive dúvida e, novamente, concentrei os meus esforços no rigoroso processo seletivo da Faculdade de Direito da UERJ. O destino, novamente, apresentou-me um obstáculo. Acabei reprovado por poucos centésimos e, um pouco triste, reconheço, acabei cursando o Mestrado na Universidade Cândido Mendes, cujo programa era voltado a questões concorrenciais e regulatórias, o que para mim, advogado civilista, representou um desafio e um salto qualitativo, acrescentando uma bagagem que eu não possuía. Foi na Universidade Cândido Mendes, por apresentação da minha esposa Maria Goldberg, que tive o privilégio de conhecer o querido e saudoso professor Marcos Juruena Vilela Souto, que faleceu precocemente em 2010. Tenho certeza que ele estaria (ou está, de onde estiver) muito orgulhoso em razão do meu doutoramento.

Em 2013, submeti o meu projeto de tese de doutoramento em direito civil ao programa de pós-graduação da Faculdade de Direito da UERJ, encorajado por conversa que tive com a minha sócia, Priscila Mathias de Morais Fichtner, à época, já doutora em direito civil pela UERJ. Naquela ocasião, tive o meu primeiro contato com o professor Gustavo Tepedino que, sempre muito cativante, estimulou-me a participar daquele processo seletivo. Acabei escrevendo a primeira versão do projeto em pouco mais de duas semanas e o destino, novamente, apresentou-me um obstáculo. O meu projeto acabou fora daqueles que foram selecionados para o ingresso no doutorado no ano seguinte, 2014.

Não desisti. Foi ainda chateado com a reprovação que tive a oportunidade de, pela primeira vez, conversar com aquela que, tempos mais tarde, seria, oficialmente, a minha professora orientadora, a doutora Milena Donato Oliva. Escrevi um novo projeto, baseado na mesma temática do projeto anterior, contando com o direcionamento da professora Milena. Como resultado da reprovação e do trabalho que acabei tendo para chegar à segunda versão do projeto, esta ficou consideravelmente melhor do que a anterior. Lembro-me da resposta carinhosa que o professor Tepedino me enviou encorajando-me a não desistir, explicando que, em algumas situações, é preciso mais tempo para amadurecer tanto o projeto quanto o próprio doutorando.

Acabei aprovado no concurso ocorrido no final de 2014 e ingressei no doutorado em 2015. O meu projeto recebeu a nota mais elevada daquele processo seletivo e, então, eu realizaria o velho sonho de passar a integrar a Faculdade de Direito da UERJ.

Os quatro anos – 2015 até 2018 – foram muito intensos. Nos primeiros dois anos, nos quais cursei as disciplinas, tive a oportunidade de conviver com colegas simplesmente excepcionais. Toda a intensidade – leia-se dificuldades, angústias, leituras infindáveis, seminários, as “perguntas inteligentes” – foi mitigada pelo excelente convívio com outros mestrandos e doutorandos que, liderados por professores excelentes, fazem da UERJ um real celeiro de grandes talentos.

Aos meus queridos professores Gustavo Tepedino, Alexandre Assumpção Ferreira Neves, Milena Donato Oliva, Maurício Mota, Maria Celina Bodin de Moraes, Carlos Nelson Konder, Maurício Moreira Menezes, Gisela Sampaio da Cruz Guedes, Anderson Schreiber, Carlos Edison do Rego Monteiro Filho, Eduardo Nunes de Souza, Gustavo Siqueira, o meu muito obrigado por cada instante de convivência, cada atenção e ensinamento a mim despendidos.

Registro aqui o meu agradecimento a todos os meus colegas de classe. Direta ou indiretamente, o apoio de vocês foi fundamental para cumprir cada etapa e caminhar à conclusão dessa linda jornada. É natural que tenha ocorrido uma maior aproximação com alguns colegas, cujos nomes declino aqui, já me penitenciando por eventuais omissões imperdoáveis que eu venha a cometer. Gabriel Schulman, Gabriel Furtado, Antônio dos Reis, Cinthia Konder, Raul Murad, Marcos Gonçalves, Thiago Junqueira, Micaela Barros, Vitor Almeida, Matheus Sousa Ramalho, Rodrigo da Guia, Francisco de Assis Viégas, Diana Castro, Cláudio Luiz de Miranda, Lívia Maia, Mariana Siqueira, Pedro Marcos...

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3 de Dezembro de 2021
Disponível em: https://thomsonreuters.jusbrasil.com.br/doutrina/secao/1197013125/agradecimentos-contrato-de-seguro-d-o-ed-2019