Clássicos Jurídicos - Ed. 2018

Capítulo V - Da Aristocracia - Livro III

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Temos aqui duas pessoas morais muito distintas, a saber, o governo e o soberano, e, por consequência, duas vontades gerais, uma em relação a todos os cidadãos, a outra somente para os membros da administração. Assim, embora o governo possa regulamentar sua política interna como quiser, não pode jamais falar ao povo senão em nome do soberano, isto é, em nome do próprio povo; o que não se deve esquecer nunca.

As primeiras sociedades governaram-se aristocraticamente. Os chefes de família deliberavam entre si sobre negócios públicos. Os jovens cediam sem pena à autoridade da experiência. Daí os nomes de padres, anciãos, senado, gerontes. 1 Os selvagens da América setentrional governam-se assim ainda em nossos dias e são muito bem governados.

Mas na medida em que a desigualdade da instituição 2 a leva à desigualdade natural, à riqueza ou ao poder, 3 ela foi preferida à idade e a aristocracia se tornou eletiva. Enfim, o poder...

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Ilustração de computador e livro
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7 de Dezembro de 2021
Disponível em: https://thomsonreuters.jusbrasil.com.br/doutrina/secao/1197097512/capitulo-v-da-aristocracia-livro-iii-classicos-juridicos-ed-2018