Do Contrato Social: Princípios de Direito Político - Ed. 2014

Capítulo XI. DA MORTE DO CORPO POLÍTICO - Livro III

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Capítulo XI

Da morte do corpo político

Tal é a inclinação natural e inevitável dos governos melhor constituídos. Se Esparta e Roma pereceram, qual Estado pode esperar durar para sempre? Se quisermos formar um estabelecimento durável, não sonhemos, pois, em torná-lo eterno. Para ter sucesso não é preciso tentar o impossível, nem se gabar de dar à obra dos homens uma solidez que as coisas humanas não comportam.

O corpo político, como também o corpo do homem, começa a morrer desde o nascimento e traz em si mesmo as causas de sua destruição. Mas um e outro podem ter uma constituição mais ou menos robusta e própria a conservá-lo por tempo mais ou menos longo. A constituição do homem é obra da natureza, a do Estado é obra da arte. Não depende dos homens prolongar sua vida, mas depende deles prolongar a do Estado, tão longamente quanto possível, dando-lhe a melhor constituição que se possa ter. O melhor constituído terminará, mas mais tarde que outro, se nenhum...

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6 de Dezembro de 2021
Disponível em: https://thomsonreuters.jusbrasil.com.br/doutrina/secao/1212786028/capitulo-xi-da-morte-do-corpo-politico-livro-iii-do-contrato-social-principios-de-direito-politico-ed-2014