Tutela Contra o Ilícito: Inibitória e de Remoção

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6.2 “Juízo instrumental”, presunção, “juízo resultado”, “juízo provisório” e “juízo final”

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6.2 “Juízo instrumental”, presunção, “juízo resultado”, “juízo provisório” e “juízo final”

O juízo constitui uma conclusão, ou melhor, a conclusão a que o juiz chega após ter exercido uma determinada atividade. Em outras palavras: para que o juiz forme um juízo é preciso que ele raciocine, ou seja, é necessário um raciocínio. 1

O “juízo final” é a parte final do raciocínio do julgador, em que se chega a um resultado sobre a pretensão do autor. Fala-se em “juízo final” para distinguir o juízo acerca da pretensão do autor e aquele formado em relação a um pedido de tutela antecipatória (quando é possível falar em “juízo provisório”). Neste último caso, como é óbvio, também juízo, mas não é correto pensar em “juízo final”.

Contudo…

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jusbrasil.com.br
12 de Agosto de 2022
Disponível em: https://thomsonreuters.jusbrasil.com.br/doutrina/secao/1256009837/62-juizo-instrumental-presuncao-juizo-resultado-juizo-provisorio-e-juizo-final-6-a-prova-na-acao-contra-o-ilicito-tutela-contra-o-ilicito-inibitoria-e-de-remocao